Longe lá tão longe
O tempo esconde céus azuis em tardes modorrentas.
Zumbidos longínquos e monótonos de pequenos aviões escondidos
Atrás de nuvens de algodão.
Deitado na grama de um quintal silencioso
O tempo parado nao perguntava
Nem respondia,
Só eternizava.
Era um menino olhando um céu Infinito
Numa infancia que ainda não terminou.
Nagib Anderáos Neto
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
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